pizza

Marte em trigono com Sol natal DE: 29/06, 14h13 ATÉ: 15/07 , 2h

Neste período, que vai de 29/06 até 15/07, o planeta Marte estará entrando em harmonia com o seu Sol pessoal, intensificando o uso da sua força de vontade, o que lhe possibilita lutar mais pelas coisas que você deseja, organizando suas capacidades, habilidades e recursos com o fito de atingir objetivos específicos. A vitalidade está favorecida neste momento, e inclusive é favorável que você pratique esportes nesta fase, aproveite o pique para dar movimento à sua vida.  A saúde entra num ciclo reativo positivo, e este pode ser um bom momento para tomar atitudes que ajudem seu corpo a melhorar naquilo que precisa ser melhorado. As coisas parecerão estar se resolvendo com mais facilidade, mas na verdade é você quem estará numa fase mais objetiva da vontade.

Entre os próximos dias 17/06 e 29/07, o planeta Marte estará passando pela casa 2 do seu mapa astral de nascimento, Jéssica, atuando sobre o setor das finanças. Este é um momento particularmente positivo para atitudes audaciosas, arriscadas e firmes que tenham a intenção de melhorar sua situação financeira. Na verdade, a coisa vai um pouco além de dinheiro: a hora é de lutar pelo que se quer, mas procure tomar cuidado para não ir com sede demais ao pote, causando estrago em seu trajeto.

A qualidade deste seu momento,  é a de uma forte intensidade de desejos pessoais, há aqui a busca pela satisfação destes desejos, mas o excesso disso pode conduzir você a uma série de problemas justamente por conta desta súbita “voracidade”, principalmente os excessos alimentares. Esta atitude de “quero porque quero, e quero agora” não deixa de ser impressionante e pode ter resultados práticos interessantes, todavia cabe agir com um pouco mais de parcimônia.

Brigas por conta de questões financeiras podem ser uma constante neste período, portanto cuidado. A não ser que você tenha a certeza de que se trata de uma briga justa, procure pensar duas vezes antes de entrar em conflitos por miudezas.

Nascido em Paris em 1928, Lucien Ginsburg, nome de batismo de Gainsbourg, iniciou sua carreira artística na pintura, tendo estudado com André Lhote e Fernand Léger. Porém, não adaptado ao mercado da arte, em 1958, ele abandona o ofício e seu nome de origem, nascendo assim Serge Gainsbourg. Poucos quadros restaram desse período, pois o próprio artista queimou quase todos.

Sua carreira deslanchou em 1966, em meio à febre das Ye Ye Girls, quando passou a compor e empresariar a jovem cantora France Gall. Em 1968 começou um affaire com a atriz Brigitte Bardot, com a qual gravou canções memoráveis.

Je t’aime moi non plus havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz inglesa Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow Up e com a qual foi depois casado.

Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.


Em “Gainsbourg, Artista, Cantor, Poeta, etc”, o público se depara com todas estas “variantes” existentes em um único ser. Ao retratar essas colagens, a mostra releva as associações entre palavras, imagens e músicas que Gainsbourg realizava. Na verdade, este projeto se assemelha a um labirinto de imagens e sons no qual o público mergulha em um universo poético e sofisticado, o das inúmeras referências e fontes de inspiração do artista.

04


Com seus indefectíveis Gitanes sempre acesos, um copo de bebida que também o acompanhava o tempo todo, Serge sabia ser o sedutor e mostrar a quem quer que fosse que sua vida era o reflexo de sua arte e que sua arte era o que ele sempre desejou ser enquanto vivesse.

Foi ele que de forma cavalheira apresentou a chanson francesa ao pop. E fez com que o pop se encantasse com a nova amizade. Mostrou, com seus medos e sua ousadia, a face escondida do povo francês. O sempre sisudo francês e a sempre misteriosa francesa se apaixonaram por ele — às vezes não admitindo um amor por criação tão contundente.

Quando Gainsbourg morreu, em 1991, a França parou. “Todos conseguem lembrar o que estavam fazendo quando souberam da morte de Gainsbourg. Foi um grande choque, porque ele sempre esteve presente, era parte da nossa cultura. Sempre aparecia na TV, fazendo alguma coisa maluca”, disse Nicolas Godin, da banda Air. O obituário do jornal francês Libération disse que ele “bebeu cigarros demais”. Brigitte Bardot saiu de seu retiro para falar dele. Bandeiras, por toda a França, foram hasteadas a meio-pau. Multidões foram à porta de sua casa deixar garrafas de Pastis e maços de Gitanes em sua homenagem.

Como diz uma inscrição na parede da casa no número 5 da Rue de Verneuil, “Serge não morreu. Ele está no céu, trepando”.


Nascido em Paris em 1928, Lucien Ginsburg, nome de batismo de Gainsbourg, iniciou sua carreira artística na pintura, tendo estudado com André Lhote e Fernand Léger. Porém, não adaptado ao mercado da arte, em 1958, ele abandona o ofício e seu nome de origem, nascendo assim Serge Gainsbourg. Poucos quadros restaram desse período, pois o próprio artista queimou quase todos.

Sua carreira deslanchou em 1966, em meio à febre das Ye Ye Girls, quando passou a compor e empresariar a jovem cantora France Gall. Em 1968 começou um affaire com a atriz Brigitte Bardot, com a qual gravou canções memoráveis.

Je t’aime moi non plus havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz inglesa Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow Up (filme de Michelangelo Antonioni) e com a qual foi depois casado.

Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.

Em “Gainsbourg, Artista, Cantor, Poeta, etc”, o público se depara com todas estas “variantes” existentes em um único ser. Ao retratar essas colagens, a mostra releva as associações entre palavras, imagens e músicas que Gainsbourg realizava. Na verdade, este projeto se assemelha a um labirinto de imagens e sons no qual o público mergulha em um universo poético e sofisticado, o das inúmeras referências e fontes de inspiração do artista.

DSC00117

Vintage: vem de vint relativo à safra de uvas e age de idade. São vinhos especiais que se caracterizam por ter a capacidade de envelhecer dentro da garrafa. O termo vintage designa peças que marcam uma época, como roupas ou acessórios.

Kitsch: é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores. São freqüentemente associados à pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural superior.  Mas conforme o contexto pode ser um exagero apenas divertido.

Cobogó é uma daquelas deliciosas palavras que soam como tupi-guarani, mas é mesmo fruto de uma pequena subversão. Seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de três engenheiros: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de is. Esses espertos senhores registraram a patente e o nome em 1929.

e o cobogó é uma invenção pernambucana!

lá em olinda (minha terra) o povo chama de combogó – e seu uso é muito comum, assim como os muxarabis da arquitetura moura que lhe deram origem. os muxarabis existem em menor quantidade, naturalmente, são de madeira e enfeitam varandas de casas centenárias. os de concreto ou cerâmica são abundantes, estão em escolas, igrejas, repartições públicas, todos construções mais recentes.

morei lá numa casa antiga, daquelas de piso de tábua corrida, com janelões, um enorme corredor com os quartos de um lado e terminando na sala, sabe como? bem modelo olindense. nessa casa o corredor não era parede e meia com o vizinho, ficava numa esquina – então quem a construiu colocou cobogós na parte de cima da parede em todo o seu comprimento.

o resultado era uma brisa constante, muito agradavel, dava pra dormir deliciosamente de portas abertas.

Fonte: de(coeur)ação


Criando novos sentidos

Este primeiro arcano representa a síntese de seu momento afetivo. Uma carta que serve como prévia dos principais aspectos que cercam a questão. Descubra nesta posição o potencial básico do que perguntou.

O arcano XXI, chamado “O Mundo”, é um dos melhores arcanos do Tarot e retrata a imagem da inteireza e da completude, que é o que acontece quando conseguimos atribuir um sentido maior a nossas experiências mais importantes. Neste momento específico de sua vida,  você verá uma espécie de lógica mais ampla nas coisas e conseguirá compreender até mesmo a importância de alguns conflitos passados ou presentes. E é justamente esta capacidade de criar sentidos que estimula um encontro amoroso feliz. Prepare-se para embarcar numa nova fase plena de prazer e satisfação!

Esta carta é considerada a mais positiva de todo o Tarot. Assim sendo, ela sugere que os possíveis perigos e fatos ruins que forem porventura descritos nas cartas seguintes terão seus efeitos minorados. Você terá problemas e desafios, mas os superará com a sua consciência e com um bocado de sorte – que é, aliás, um dos atributos desta carta.

Vocês têm o potencial para um excelente entendimento e harmonia dos opostos. As diferenças entre vocês se encaixarão como uma luva, na medida em que um suprirá a parte em que o outro falha. Este sentimento de harmonia não é eterno, obviamente, mas ao menos possibilita uma admiração mútua que perdura, de modo que até mesmo quando vocês entrarem em conflito terão a boa lembrança de que se ajudaram mutuamente e serão gratos por isso.

arcano 21??

Vamos fingir que eu não estou mal humorada e com vontade de matar ums


Qual clipe do Michael Jackson você é?


Quer dizer que você foi parar no Egito para ir atrás do seu grande amor? Foi pra lá, encontrou um monte de gente antiquada, faraós, reis, virou pó e ainda dançou com todos eles? Não! Esse foi o Michael Jackson. Você só fez um teste e tirou esse clipe. Digamos só que você é uma pessoa amorosa, tá? Ponto final.

Ok, Ok..Tuudo a ver ¬¬.

Um button pra minha mãe, pro Beto, pro Denis, e um especialmente pra mim você!!

Drama Button

Shared via AddThis

Desisti das Clínicas. Achei que seria fácil encontrar uma vaga num estacionamento tão grande quanto (ou maior que) o Complexo todo-LO-TA-DO. Estacionamento-apêndice- LO-TA-DO. Estacionamentos ao redor- LO-TA-DOS! Esquece. Vai no posto, depois toca pro aeroporto. Aeroporto hoje não. Hora do almoço, pastel gigante distribuindo panfletinhos na Paulista: quero Pastel! Não!! Você não ta boa, seu estômago não é de ferro. Ok, para no Pasteur (alguma coincidência? Ahn?) E aaah… Acho que o único lugar onde se lê, na sinalização interna, Sala de Vacina e Centro de Documento e Patrimônio na mesma plaquinha. Que lugar bonito! Devo ter voltado uns 30 anos no tempo. Picadinha! Oh, tão rapidinho e já voltei pra Paulista de 2009.

Se eu tiver filhos nessa cidade (se eu ainda tiver o mesmo alguém pra ser pai dos meus filhos) os trarei pra tomar vacina aqui. E depois comer Pastel!

E todo mundo acha uó espelho no teto. Eu a-do-ro. E adoro esses lugares trash-risca-faca tipo Largo da Batata e Teodoro Sampaio, é bom pra variar entre esnobação na Oscar e pagação de intelectual-meio-cool-meio-cult. Acho que essa é uma das melhores séries de fotografias. Acho até que merece repeteco, dessa vez com a camera carregada e foco, please.

DSC04646

pra eu nunca esquecer de usar como inspiração.

Ou não….

As fotos macro eu deixo pra depois. Quando a conexão coperar.

20.06.09

Enquanto não me vou, deixo os registros de outras viagens de estudo ou não que estarão no maldito relatório de atividades extra-curriculares do maldito Centro de C** de Arquitetura e Urbanismo pfff.

Fundo do Poço

Essa é a vista que se tem quando se está lá no fundo. Num dia claro, claro!

Daí lembrei que queria ir mas com esse negócio no olho não rola convivência com a civilização; mesmo que houvesse, não tem ninguém pra me acompanhar; mesmo que houvesse alguém não faria muita diferença porque morro tenho medo. E pra me acompanhar só pode ser alguém pra sair do cinema e dormir de mão dada comigo.

Passagens compradas, hotéis reservados, cruzeiro pago.

Faltam as malas, inteiras, por dentro e por fora. E como diria o Miau: Filtro Solar.

Pra nunca esquecer