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– O quarteirão entre o Largo de Pinheiros e o Largo da Batata será demolido e os largos serão unidos;
– Haverá uma outra praça bem grande, do outro lado da Faria Lima (sentido Clínicas), com um edifício de escritórios e um centro cultural;
– A R. Cardeal Arcoverde será um calçadão entre as R. Baltazar Carrasco (é uma hoje em dia contra-mão pra quem desce pela Cardeal) e Teodoro;
– Os ônibus vão seguir pela Baltazar Carrasco, ai já foi feita uma extensão da R. do Sumidouro e de lá vão para o Terminal na Estação Pinheiros;
– Só os ônibus locais vão virar na Faria Lima, onde haverá pontos junto à Estação do Metrô;
– Haverá uma série de calçadões na região, marcados em branco no mapa abaixo;

Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837518&page=35

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Bangkok, Tailândia – Amanda Levete Architects

O design do projeto procura integrar o embassamento e a torre em uma única volumetria contínua retorcida. A forma cria dois vãos centrais e ao mesmo tempo protege e expõe uma série de pátios e coberturas verdes do hotel. Os espaços internos são rasgados para revelar terraços escalonados e jardins verticais.

Extraido dos “Motifs” e nos desenhos padrões encontrados na arquitetura tradicional Tailandesa, as fachadas do edifício são compostas por peças cerâmicas tridimensionais. As mundaças de cor, rotação e espaçamento entre as peças cria uma gráfica variável.

Fonte: Milazzo

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Nascido em Paris em 1928, Lucien Ginsburg, nome de batismo de Gainsbourg, iniciou sua carreira artística na pintura, tendo estudado com André Lhote e Fernand Léger. Porém, não adaptado ao mercado da arte, em 1958, ele abandona o ofício e seu nome de origem, nascendo assim Serge Gainsbourg. Poucos quadros restaram desse período, pois o próprio artista queimou quase todos.

Sua carreira deslanchou em 1966, em meio à febre das Ye Ye Girls, quando passou a compor e empresariar a jovem cantora France Gall. Em 1968 começou um affaire com a atriz Brigitte Bardot, com a qual gravou canções memoráveis.

Je t’aime moi non plus havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz inglesa Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow Up e com a qual foi depois casado.

Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.


Em “Gainsbourg, Artista, Cantor, Poeta, etc”, o público se depara com todas estas “variantes” existentes em um único ser. Ao retratar essas colagens, a mostra releva as associações entre palavras, imagens e músicas que Gainsbourg realizava. Na verdade, este projeto se assemelha a um labirinto de imagens e sons no qual o público mergulha em um universo poético e sofisticado, o das inúmeras referências e fontes de inspiração do artista.

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Com seus indefectíveis Gitanes sempre acesos, um copo de bebida que também o acompanhava o tempo todo, Serge sabia ser o sedutor e mostrar a quem quer que fosse que sua vida era o reflexo de sua arte e que sua arte era o que ele sempre desejou ser enquanto vivesse.

Foi ele que de forma cavalheira apresentou a chanson francesa ao pop. E fez com que o pop se encantasse com a nova amizade. Mostrou, com seus medos e sua ousadia, a face escondida do povo francês. O sempre sisudo francês e a sempre misteriosa francesa se apaixonaram por ele — às vezes não admitindo um amor por criação tão contundente.

Quando Gainsbourg morreu, em 1991, a França parou. “Todos conseguem lembrar o que estavam fazendo quando souberam da morte de Gainsbourg. Foi um grande choque, porque ele sempre esteve presente, era parte da nossa cultura. Sempre aparecia na TV, fazendo alguma coisa maluca”, disse Nicolas Godin, da banda Air. O obituário do jornal francês Libération disse que ele “bebeu cigarros demais”. Brigitte Bardot saiu de seu retiro para falar dele. Bandeiras, por toda a França, foram hasteadas a meio-pau. Multidões foram à porta de sua casa deixar garrafas de Pastis e maços de Gitanes em sua homenagem.

Como diz uma inscrição na parede da casa no número 5 da Rue de Verneuil, “Serge não morreu. Ele está no céu, trepando”.


Nascido em Paris em 1928, Lucien Ginsburg, nome de batismo de Gainsbourg, iniciou sua carreira artística na pintura, tendo estudado com André Lhote e Fernand Léger. Porém, não adaptado ao mercado da arte, em 1958, ele abandona o ofício e seu nome de origem, nascendo assim Serge Gainsbourg. Poucos quadros restaram desse período, pois o próprio artista queimou quase todos.

Sua carreira deslanchou em 1966, em meio à febre das Ye Ye Girls, quando passou a compor e empresariar a jovem cantora France Gall. Em 1968 começou um affaire com a atriz Brigitte Bardot, com a qual gravou canções memoráveis.

Je t’aime moi non plus havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz inglesa Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow Up (filme de Michelangelo Antonioni) e com a qual foi depois casado.

Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.

Em “Gainsbourg, Artista, Cantor, Poeta, etc”, o público se depara com todas estas “variantes” existentes em um único ser. Ao retratar essas colagens, a mostra releva as associações entre palavras, imagens e músicas que Gainsbourg realizava. Na verdade, este projeto se assemelha a um labirinto de imagens e sons no qual o público mergulha em um universo poético e sofisticado, o das inúmeras referências e fontes de inspiração do artista.

Vintage: vem de vint relativo à safra de uvas e age de idade. São vinhos especiais que se caracterizam por ter a capacidade de envelhecer dentro da garrafa. O termo vintage designa peças que marcam uma época, como roupas ou acessórios.

Kitsch: é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores. São freqüentemente associados à pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural superior.  Mas conforme o contexto pode ser um exagero apenas divertido.

Cobogó é uma daquelas deliciosas palavras que soam como tupi-guarani, mas é mesmo fruto de uma pequena subversão. Seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de três engenheiros: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de is. Esses espertos senhores registraram a patente e o nome em 1929.

e o cobogó é uma invenção pernambucana!

lá em olinda (minha terra) o povo chama de combogó – e seu uso é muito comum, assim como os muxarabis da arquitetura moura que lhe deram origem. os muxarabis existem em menor quantidade, naturalmente, são de madeira e enfeitam varandas de casas centenárias. os de concreto ou cerâmica são abundantes, estão em escolas, igrejas, repartições públicas, todos construções mais recentes.

morei lá numa casa antiga, daquelas de piso de tábua corrida, com janelões, um enorme corredor com os quartos de um lado e terminando na sala, sabe como? bem modelo olindense. nessa casa o corredor não era parede e meia com o vizinho, ficava numa esquina – então quem a construiu colocou cobogós na parte de cima da parede em todo o seu comprimento.

o resultado era uma brisa constante, muito agradavel, dava pra dormir deliciosamente de portas abertas.

Fonte: de(coeur)ação